Patologia da ColunaPatologia da Coluna

By Patologia da Coluna

Curso IPC 2018 – O aprimoramento contínuo é uma prioridade para o nosso Instituto

Chegamos ao fim de mais um Curso IPC. A edição deste ano foi encerrada com palestras e debates sobre doenças comuns da coluna vertebral dos idosos, como Estenose do Canal Lombar, Espondilolistese degenerativa e Escoliose degenerativa. As apresentações foram feitas pelos doutores Yashar Javidan, Sheeraz Qureshi, Helton Defino e André Loyelo.

Mais uma vez promovemos e fomentamos a troca de conhecimentos na área médica, especificamente da coluna vertebral no idoso. O aprimoramento contínuo é uma prioridade para o nosso Instituto, bem como o compartilhamento de novas técnicas e procedimentos que possam melhorar a qualidade de vida das pessoas.

goo.gl/fyc7f7

By Patologia da Coluna

Opções cirúrgicas para Deformidades da Coluna Vertebral

 

A 3ª sessão do Curso IPC teve como foco as opções cirúrgicas para as Deformidades da Coluna Vertebral. Esta parte do evento teve forte participação de palestrantes internacionais, como o Dr. Han Jo Kim e o Dr. Sheeraz Qureshi – cirurgiões do HSS Hospital for Special Surgery (Nova York), e o Dr. Yashar Jadivan – cirurgião do UC Davis Spine Center (Califórnia). O Dr. Luiz Pimenta, diretor do IPC e um dos coordenadores do curso, completou o time de especialistas. Ele ministrou uma palestra magna sobre opção menos invasiva para deformidade da coluna.

goo.gl/v9FqfR

By Patologia da Coluna

Fraturas osteoporóticas: Tratamento conservador e cirúrgico

 

O Curso IPC 2018 fechou a manhã com palestras em torno do tema Osteoporose: conceitos, fraturas osteoporóticas e os diversos tratamentos indicados. Foram 5 apresentações, nas quais os palestrantes puderam aprofundar importantes questões sobre tratamentos conservadores e cirúrgicos para casos relacionados à deformidade da coluna vertebral no adulto. A Dra. Cynthia Brandão fez a introdução desses temas, seguida pelos doutores Murilo Daher, Helton Defino e Yashar Javidan. O Dr. Rodrigo Amaral encerrou este grande bloco do curso falando sobre a utilização de cirurgias minimamente invasivas da coluna, o que rendeu debates extremamente esclarecedores para os participantes.
goo.gl/p46o6c

By Patologia da Coluna

Multidisciplinaridade x cirurgia na coluna

A multidisciplinaridade deu o tom do 1º bloco do Curso IPC – Coluna no Idoso. As palestras contaram com mais 3 especialistas: Dra. Maria do Carmo Sitta (geriatra), Dr. Murilo Daher (cirurgião de coluna) e Dr. Mauro Câmara (médico anestesiologista). Foram abordados aspectos de diferentes áreas médicas para entender e avaliar um paciente idoso, quando é necessária uma cirurgia na coluna: importância da avaliação clínica, questões sobre o índice de fragilidade e a idade cronológica na decisão de uma cirurgia, além de considerações anestésicas peri-cirúrgicas. Logo em seguida, houve um breve debate entre os palestrantes e os participantes do curso em torno desses temas.

goo.gl/ncXf81

By Patologia da Coluna

Abertura Curso IPC – Coluna no Idoso

Mais um Curso IPC é realizado em São Paulo. O tema desta edição é “Coluna no Idoso”.

O IPC realiza mais um curso com renomados palestrantes nacionais e internacionais, reafirmando seu compromisso com a troca de conhecimentos na área médica. Com o tema “Coluna no Idoso”, a edição deste ano aborda os avanços no tratamento cirúrgico para pacientes mais idosos, utilizando recursos mais modernos e cirurgias menos agressivas. O evento acontece no Hospital Alemão Oswaldo Cruz, em São Paulo, e é voltado a ortopedistas, neurocirurgiões, residentes e estudantes de medicina. O curso é coordenado pelos membros do IPC: Dr. Luiz Pimenta, Rodrigo A. Amaral e Raphael Pratali. A abertura do evento ficou a cargo do Dr. Pratali, que discorreu sobre as definições e classificações da “Deformidade da Coluna Vertebral (DCV) no Adulto”.

By Patologia da Coluna

Artroplastia e Fusão Cervical

Dentre as alternativas cirúrgicas para a degeneração da coluna cervical estão a fusão intersomática ou ACDF (anterior cervical discectomy and fusion) e a artoplastia. O primeiro procedimento tem uma ampla aplicabilidade para as doenças que atingem a coluna vertebral e constitui uma opção para o tratamento da doença degenerativa do disco (DDD), radiculopatias, hérnias discais, correção de deformidades, entre outras. O objetivo deste procedimento é a fixação e estabilização do nível doente do disco vertebral e a promoção da descompressão indireta das estruturas neurais acometidas.

Já a artroplastia consiste na substituição do disco intervertebral por um disco artificial, com objetivo de preservar o movimento fisiológico do nível operado. Essa cirurgia normalmente indicada para casos de hérnia discal ou espondilose na presença de radiculopatia ou mielopatia, mas sem degeneração das facetas articulares (articulações da parte de trás entre duas vértebras). A modalidade geralmente apresenta uma rápida recuperação, com mobilização precoce do paciente e menor taxa de afundamento do cage.

Cada uma dessas técnicas tem indicações um pouco distintas. Cada caso deve ser devidamente avaliado pelo médico especialista em coluna para que a melhor opção de tratamento seja escolhida.

 

Imagem: Center of Artificial Disc Replacement. 2017

By Patologia da Coluna

Estenose do canal lombar

A estenose ou síndrome do canal lombar estreito é causada pelo estreitamento do canal vertebral, o qual contém a medula espinhal e as raízes nervosas. A doença, mais comum nos idosos, tem como principal sintoma a dificuldade para andar, por conta da dor que corre para as pernas, além de poder ser acompanhada da dor nas costas.

Quando o paciente apresenta esta patologia, a cirurgia pode ser um procedimento efetivo, como explica o Dr. Rodrigo Amaral, ortopedista do IPC. “Geralmente, ele consiste na descompressão dos nervos, ou seja, desapertar esses nervos que vêm sendo comprimidos ao longo do tempo”.

O ortopedista explica que a descompressão pode ser feita de diversas formas: técnicas clássicas ou minimamente invasivas.

Em relação ao tratamento conservador, a fisioterapia é indicada para fortalecer a musculatura da área afetada. Mas o Dr. Rodrigo Amaral lembra que, na maioria das vezes, esse tipo de tratamento pode não ser suficiente para resolver casos mais crônicos e a cirurgia se torna fundamental.

 

*foto: Spine-health

By Patologia da Coluna

Osteoporose

A fragilização dos tecidos ósseos é a definição resumida da osteoporose. A doença que afeta tanto homens quanto mulheres pode gerar complicações de alta morbidade e mortalidade. Entre os fatores de risco mais conhecidos estão: sexo feminino, ascendência caucasiana ou asiática, idade avançada, histórico de fraturas na família, fratura prévia, menopausa precoce e uso crônico de glicocorticoides.

Devido ao envelhecimento da população global, estima-se que a ocorrência de fraturas osteoporóticas triplique ao longo de 30 anos. Um dos grandes problemas dessa patologia silenciosa é que ela pode não ser diagnosticada até o primeiro evento de fratura, sendo estas, em sua maioria, na coluna.

De maneira geral, utiliza-se o exame de densitometria óssea para diagnosticar a osteoporose, sendo que o acompanhamento de indivíduos em risco pode ser mais simples ou mais completo com as seguintes ferramentas: radiografias simples, exames laboratoriais, hemograma, VHS, cálcio, fósforo, fosfatase alcalina, creatinina, PTH, cálcio urinário de 24hs, EAS, eletroforese de proteínas, testosterona, FSH/LH, prolactina, vitamina D, e/ou TSH.

O tratamento inicial de uma fratura é conservador com imobilização, mas pode ser cirúrgico, se necessário, com a utilização de vertebroplastia, por exemplo. Para a prevenção da doença, recomenda-se uma dieta rica em cálcio (leite e derivados), principalmente na infância; suplementação de cálcio e vitamina D (de acordo com a necessidade); exposição solar adequada; atividade física com carga para melhora da condição física e do equilíbrio corporal; e adequação de hábitos saudáveis, retirando álcool em excesso e tabaco.

By Patologia da Coluna

Já está disponível a 6ª edição do IPC em Revista

O Instituto de Patologia da Coluna acaba de lançar a sexta edição de sua revista voltada à comunidade médica e científica. Com temas que abordam a Mielopatia Espondilótica Cervical e Hérnia de Disco, os textos são assinados pelo neurocirurgião Dr. Angelo Guarçoni Netto e o ortopedista Dr. Fernando Marcelino.

Confira a publicação na íntegra: IPC em Revista – 6° edição

By Patologia da Coluna

Os tumores da coluna vertebral

Conheça os principais tipos de tumores que afetam a região

Os tumores na região da coluna vertebral são doenças que crescem e se desenvolvem dentro ou em torno da coluna, produzindo compressão de tecidos nervosos ou destruição óssea. Eles constituem apenas a terceira causa de dor da coluna, atrás da doença degenerativa e dos traumas.

Quando estes surgem nessa região do corpo, podem ser benignos, quando um tecido tem seu crescimento aumentado, formando uma lesão; ou malignos, quando esse tecido tem crescimento mais desordenado, e cria uma massa de caráter infiltrativo com destruição dos tecidos ou invasão de outros órgãos a distância. Estima-se que os tumores originados na própria coluna representem somente 10% de todos os tumores espinais. Entretanto, as metástases (migração de outro câncer) na coluna não são tão raras e são potencialmente graves, visto que a coluna vertebral tem um rico suprimento sanguíneo e as células cancerosas podem se espalhar para esta parte do corpo.

Em relação aos sintomas mais importantes, tidos como “sinais de alerta”, estão: dor noturna (que não alivia com a medicação e evolui com piora progressiva não relacionada à atividade física), fadiga, perda de peso, alterações da força muscular, atrofia do membro e dificuldade de andar.

Quando há suspeita de incidência, o diagnóstico acontece a partir de exames de imagem, como a radiografia, tomografia computadorizada e ressonância magnética, que facilitam a identificação precoce. A cintilografia óssea e a biopsia da lesão também podem ser indicadas para ajudar o oncologista a avaliar o estadiamento da doença, o estágio evolutivo do tumor e as indicações de tratamentos, que devem envolver sempre uma equipe multidisciplinar com cirurgião de coluna, oncologista, fisioterapia, enfermagem e psicologia.

O tratamento adotado dependerá das condições clínica e neurológica do paciente e do grau de invasão do tumor. Para o tratamento dos tumores da coluna vertebral, é fundamental o conhecimento do tipo da lesão, sua localização, tamanho, estadiamento oncológico e as condições do paciente.

Nos dias de hoje, os tumores da coluna podem ser rapidamente diagnosticados e prontamente tratados. Cabe ao médico do atendimento primário identificar, ficar atento às características e aos sinais de alarme e, principalmente, prevenir as doenças antes que elas se disseminem. O paciente deve fazer acompanhamento médico regular e realizar os exames de prevenção, como a mamografia, papanicolau, próstata e procurar um cirurgião de coluna quando ocorrer algum sinal de alerta.

1 2 3 5
Artroplastia e Fusão Cervical
Estenose do canal lombar
Osteoporose
Já está disponível a 6ª edição do IPC em Revista
Os tumores da coluna vertebral