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By engevibra

8ª edição do Curso IPC começa amanhã

Evento acontece no Hospital Alemão Oswaldo Cruz, em São Paulo

Começa nessa quinta (23) a 8ª edição do Curso IPC: Temas Avançados em Coluna Cervical – Alinhamento Sagital e deformidades. O evento, que será realizado no Hospital Alemão Oswaldo Cruz, em São Paulo, é voltado principalmente a médicos, residentes, estudantes de medicina, ortopedistas, neurocirurgiões e cirurgiões de coluna.

Com a coordenação do Dr. Luiz Pimenta, diretor do nosso instituto, e do Dr. Rodrigo Amaral, ortopedista do IPC, o encontro dura até sexta-feira (24) e contará com a presença de profissionais nacionais e internacionais, com destaque para os norte-americanos Donald Blaskiewicz e Christopher Ames.

Durante as palestras serão discutidos assuntos que envolvem técnicas cirúrgicas, traumas, conceitos de alinhamento cervical, fusão e artroplastia, malformações e degeneração e mielopatia.

Confira a programação completa:

Quinta-feira, 23 de março de 2017

13h30 às 14h – RETIRADA DE CRACHÁS

14h00 – Porque alinhamento cervical é importante – parâmetros e relevância

Chris Ames

14h30 – Alinhamento sagital cervical – estudo e perspectiva Brasileira

Raphael Pratali

14h40 – Classificações de deformidade da coluna cervical

Donald Blaskiewicz

15h10 – Objetivos cirúrgicos gerais, planejamento pré-operatório e preparação para correção

Donald Blaskiewicz

15h30 – Uso da Ressonância Magnética dinâmica

Fernando Herrero

15h50 – Neuromonitorização intraoperatória em cirurgia cervical

Ricardo Ferreira

16h10pm – 16h40 – COFFEE BREAK

16h40 – Common Complications of Cervical Deformity Correction

Chris Ames

17h00 – Alinhamento sagital e coronal em ACDF curtas

Andrei Joaquim

17h20 – Artroplastia x artrodese cervical – EBM

Ricardo Botelho

17h40 – Alinhamento sagital e coronal em artroplastia cervical

Francisco Sampaio

18h00 – CLOSING REMARKS

18h30 às 20h30 – FACULTY DINNER

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Sexta-feira, 24 de março de 2017

INÍCIO

8h30 – Traumas de Coluna Cervical Alta

Roger Brock

8h50 – Deformidade pós-traumática devido à fratura odontoide

Geraldo Sá Carneiro

9h10 – Estabilização menos invasiva para fratura de odontoide  

Donald Blaskiewicz

9h30 – Fratura cervical subaxial: aplicação e correlação AO e SLIC

Alexandre Fogaça

9h50 – Técnicas para fixação C1-C2

Rubens Jensen

10h10 – Uso de tração nas deformidades cervicais

Luis Eduardo Carelli

10h30 – Considerações gerais sobre o manejo fisioterápico das deformidades cervicais

Renata Negri Sapata

10h50 às 11h30 – COFFEE BREAK

11h30 – Corpectomia e fixação anterior para fraturas cervicais

Mario Taricco

11h50 – Reconstrução da coluna anterior na Coluna cervical

Donald Blaskiewicz

12h10 – Fixações cervicais longas

Andrei Joaquim

12h30 – Osteotomias na coluna cervical

Luis Carelli

12:50 – Como as a Coluna TL afeta a cervical e como a cervical afeta a TL

Donald Blaskiewicz

13h10 – Resposta cervical na EIA

Paulo Cavali

13h30 às 14h10 – ALMOÇO

14h10 – Anomalias congênitas e relações craniométricas da região craniovertebral

Denise Tokeshi

14h40 – Considerações cirúrgicas para invaginação basilar

Geraldo Sá

15h00 – Técnica de Goel

Luis Carelli

15h20 – Distonias cervicais

Paulo Cavali

15h40 – Mielopatia Espondilótica e Possível Deformidade Associada 

Mario Taricco

16h00 – Considerações de acesso cirúrgico para mielopatia

Chris Ames

16h20 – Patogênese e considerações cirúrgicas em OPLL

Roger Brock

16h30 – Deformidade cervical pós-laminectomia

Alexandre Fogaça

17h00 – ENCERRAMENTO

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Local: 
Hospital Alemão Oswaldo Cruz – Auditório da Torre E – 1º Subsolo
Rua Treze de Maio, 1815 – Paraíso/SP

Horários:
Dia 23 das 13h às 18h
Dia 24 das 8h40 às 17h

Informações e inscrições:
11 3549-0585/0577 ou iecs@haoc.com.br

 

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Deformidades da coluna

Dr. Nicholai Pourchet explica quais são as mais comuns e como elas afetam a região

Hipercifose, Hiperlordose e escoliose. Elas são as deformidades mais comuns da coluna vertebral e podem ocorrer de forma congênita ou adquirida. As duas primeiras surgem das curvas normais da região, chamadas de lordose e cifose, diferentemente da escoliose, que é patológica.

“As cifoses, torácica e sacral são curvas primárias da coluna vertebral, isto é, já possuímos desde o nascimento. As curvas lordóticas, cervical e lombar, aparecem ao tomarmos a postura de bípede e são curvas compensatórias. Já a escoliose, é definida como um desvio angular de mais de 10 graus no plano frontal”, explica o ortopedista do IPC, Dr. Nicholai Pourchet.

Segundo ele, os desvios na região da coluna vertebral apresentam-se de forma congênita, devido a defeitos de formação (vértebras anômalas); ou segmentação, vértebras que permaneceram total ou parcialmente unidas.

“As outras deformidades possuem um espectro muito grande de fatores, como idiopáticas, da qual não se sabe o motivo e atribui-se à genética; posturais; neuromusculares; desenvolvimentais; associadas a diversas doenças – infecções, artrites, doenças do colágeno, ao próprio envelhecimento da coluna (degenerativa)”, conta o ortopedista.

Ele descreve ainda que a escoliose idiopática é normalmente assintomática, sendo mais comum entre as mulheres, principalmente na adolescência. Esse desalinhamento na coluna, caracterizado pela curvatura em forma de “S” ou “C”, resulta no crescimento diferente no corpo – um lado cresce mais que o outro.

“Por esta doença não ter sintoma, a motivação do paciente para a procura de um médico surge quando a deformidade fica visível – ombros ou pelve desalinhados”, diz Pourchet.

Com o desenvolvimento destas patologias da coluna vertebral, há a opção de tratamento com o uso de órteses, ou seja, coletes; e até mesmo cirurgia em casos mais complexos. A prática de exercícios físicos também é importante “nas portadoras de escoliose e não deve ser desmotivada, pois as atividades não estão associadas à progressão da curva, tampouco à diminuição dos valores angulares”, explica o ortopedista do IPC.

No entanto, Pourchet faz um alerta sobre uma das poucas deformidades da coluna em que a prática esportiva precisa ser reavaliada: a espondilolistese, um escorregamento de uma vértebra sobre a outra, que pode levar à evolução da hiperlordose lombar.

“Ao notar ou suspeitar uma deformidade, é importante procurar um especialista para avaliação”, finaliza Pourchet.

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Maratonista aos 70 anos

O diretor do IPC, o neurologista Dr. Luiz Pimenta, participou do Fôlego, da Rádio Bandeirantes, apresentado pelo jornalista Ricardo Capriotti. Num bate papo descontraído, ele ressaltou a importância de manter hábitos saudáveis em todas as fases da vida e ainda falou a respeito de uma de suas paixões: a corrida. “Comecei pela musculação e, seis meses depois, já estava na primeira maratona”, lembra o neurologista que já participou de 18 provas nos últimos 21 anos.

Vale a pena conferir:

 

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Maratona sem dor

“Só mais um episódio…”

Provavelmente você já usou essa frase se adora assistir a séries e passar longas jornadas em frente à televisão.

A “ansiedade” para acompanhar o desfecho de uma temporada pode prejudicar a coluna e provocar dores. O Dr. Nicholai Pourchet compara o efeito desse comportamento ao sedentarismo. “A gente vai assistindo aos episódios, vai se distraindo, entretém a mente e tende a adotar posições ruins, que são viciosas”, explica.

O ortopedista orienta a ter atenção redobrada à forma como se senta, como se deita ou como se usa o tablet ou o laptop, “muitas vezes, deitado ou de lado”. Pourchet ainda lembra que quem passa muitas horas sentado, com as pernas para baixo e apoiado sobre o sacro tem propensão maior a sentir dores lombares. “Ao terminar um episódio, procure se levantar, dê uma pequena caminhada”, recomenda.

Só pra se ter uma ideia, atualmente, existem serviços de streaming que disponibilizam todos os capítulos e ajudam a intensificar esse costume – o “binge watching” – que nada mais é do que o ato de fazer verdadeiras maratonas de episódios.

Ouça na íntegra a dica do Dr. Nicholai Pourchet:

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Cuidados com o Crossfit

O Crossfit traz condicionamento físico ao reunir uma série de exercícios que promovem a coordenação e equilíbrio do corpo: levantamento de peso, atletismo, ginástica, entre outras atividades. Mas essa modalidade também requer orientação, cuidados e supervisão.

Nesse tipo de treinamento, segundo o biomédico Luis Marchi, do Departamento Científico do IPC, as lesões mais comuns acontecem no ombro e na coluna lombar. “Elas podem surgir como resultado de um esforço que está sendo feito em um nível diferente do que sua coluna está preparada”, explica.

Por isso, é preciso respeitar o limite do corpo, começar gradativamente e se informar com o profissional que supervisiona a atividade, pois a preparação deve acontecer de forma gradual para proteger a coluna. “O atleta deve se preocupar em treinar flexibilidade e estabilidade, além dos movimentos de força com cargas”, afirma o biomédico.

Marchi ainda alerta que, antes e depois da atividade, recomenda-se o uso dos rolos para massagear os grupamentos musculares e ‘soltar’ a fáscia muscular, ou seja, os tecidos que cobrem os músculos. “Isso evita a contração destes se não estiverem prontos para a ação”, conclui.

 

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A importância de prestar atenção à postura

Uma dor na nuca, outra na região lombar… Muita gente já sofreu pelo menos uma vez com dores nas costas depois de horas e horas no escritório. No Brasil, esse é um dos principais motivos de afastamento do trabalho. Segundo dados da Previdência Social, só nos três primeiros meses do ano passado, foram mais de 24 mil casos.

Esse desconforto também é causado pela “informalidade” ao se sentar e pela aparência de estar “relaxado” e ele não afeta apenas a coluna, mas “interfere diretamente na nossa qualidade da vida. As dores – principalmente a lombar – podem provocar irritabilidade, prejuízo na produção, estresse, enxaquecas, dores musculares e articulares, prejuízos na vida social e em alguns casos até de depressão”, alerta o ortopedista do IPC, Dr. Nicholai Pourchet.

Com isso, para evitar que esses problemas apareçam e acelerem o desgaste natural da coluna, é preciso buscar equilíbrio nos quatro segmentos dessa região: cervical, torácico, lombar e sacral. E, para ter uma vida mais saudável, Pourchet lembra que os alongamentos “são fundamentais”.

O ortopedista do IPC recomenda atenção à maneira como você se senta. As costas precisam ficar retas e próximas ao encosto da cadeira; os pés, apoiados no chão. Em relação ao computador, o monitor deve estar posicionado na direção dos olhos, a cadeira ajustada próxima à mesa – como mostra a imagem abaixo (a postura correta é que está à esquerda). E não se esqueça: após longos períodos na mesma posição, é muito bom se levantar e alongar-se para evitar futuros problemas na coluna.

 

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IPC no Congresso Brasileiro de Cirurgia Espinhal

Os profissionais do IPC vão participar da 17ª edição do Congresso Brasileiro de Cirurgia Espinhal, em 16 e 17 de março, em São Paulo http://cirurgiaespinhal.com.br/2017/. O evento reúne uma comunidade médica renomada do Brasil e do exterior. A participação da equipe do IPC está concentrada na tarde do dia de abertura do Congresso (16/03). Às 14h40, a palestra do Dr. Luiz Pimenta será sobre ACR – Anterior Column Reconstruction. Pouco antes, o Dr. Rodrigo Amaral, que preside a Sociedade Brasileira de Coluna – seção SP e é ortopedista do IPC -, discutirá osteotomia por via posterior. O Dr. Rubens Jensen discorre sobre a escoliose cervicotorácica no fim da manhã.

Além das palestras, o Congresso tem espaço para apresentação de trabalhos científicos e pesquisas técnicas. As inscrições para o encontro se encerram no dia 5 de março.

 

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Quando operar e quando não operar…

 

Ortopedista do IPC e presidente da Sociedade Brasileira de Coluna-SP, Dr. Rodrigo Amaral comenta a reflexão proposta por renomado médico inglês

 

Mais um texto sobre saúde agita as redes sociais. As declarações do neurocirurgião inglês, Henry Marsh, provocam uma reflexão sobre a importância das tomadas de decisão e as repercussões que elas têm.

Marsh entende, diz o Dr. Rodrigo Amaral, que mais importante do que saber operar é saber quando não operar. “Este talvez seja o dilema que envolve cada tomada de decisão em um consultório médico. No complexo processo que envolve a opção cirúrgica, inúmeros fatores devem ser levados em consideração”, afirma o ortopedista do IPC. “Os aspectos técnicos relacionados a essa escolha são aqueles nos quais nós, médicos, nos debruçamos intensamente em toda nossa vida profissional e acadêmica”, ressalta.

As mais difíceis respostas são as que extrapolam esses quesitos. “A grande pergunta que sempre ronda nossa pratica é: será que, mesmo com correta indicação, seria necessário realizar esse procedimento? Ou ainda, mesmo que necessários, seria razoável? Ou pior: mesmo que necessário e razoável, trará melhora ao indivíduo?”, indaga o Dr. Rodrigo. Essa última abordagem nos remete ao princípio básico da medicina: “primo non nocere” (frase postulada por Hipócrates, no século III a.C, com tradução: Primeiro não faça o mal). Ou seja, na incerteza de alcançar benefício, muitas vezes deve-se repensar a indicação.

Infelizmente, avalia o Dr. Rodrigo, essas perguntas só ficam mais próximas de serem respondidas quando existe uma relação de responsabilidade e confiança entre as duas partes (médicos e pacientes) envolvidas na tomada de qualquer decisão terapêutica.

IPC – Quando o assunto é cirurgia da coluna, fica ainda mais difícil, pois diversos aspectos clínicos e psicológicos podem intervir e influenciar os resultados. Para isso, o IPC conta com uma equipe multidisciplinar com suporte cientifico, psicológico, tratamento da dor, entre outros fatores para garantir que as tomadas de decisão e a evolução de nossos pacientes seja sempre a melhor possível para cada.

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Três dicas de postura

A forma como realizamos as tarefas mais simples do dia a dia também contribui e pode gerar dores na coluna. É possível diminuir o desconforto com atenção redobrada à postura e mudança de hábitos. Preparamos 3 dicas pra você…

  • Ao se curvar para pegar uma caixa no chão, não incline completamente sua coluna como mostra a imagem à esquerda. O certo é flexionar os joelhos, como no exemplo à direita.

 

  • Ao carregar sacolas ou baldes pesados procure manter o equilíbrio da curvatura da coluna. Divida o peso entre os dois braços para não sobrecarregar apenas um lado do corpo. 

 

  •   Ao colocar os sapatos, sente-se e cruze uma perna sobre a outra ou procure um apoio para erguer o pé – assim você evita curvar a coluna de forma prejudicial.

 

Essas dicas são práticas simples do dia a dia que podem ajudar muito.

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